Close Menu
    Facebook Instagram Threads
    21 de julho de 2026
    Facebook Instagram Threads
    Notícias de AlagoinhasNotícias de Alagoinhas
    • INÍCIO
    • ALAGOINHAS
    • NOTÍCIAS
    • POLÍTICA
    • ESPORTE
    • POLÍCIA
    Notícias de AlagoinhasNotícias de Alagoinhas
    Home»Notícias»Caso Henry Borel: Justiça condena Jairinho e concede perdão a Monique
    Notícias

    Caso Henry Borel: Justiça condena Jairinho e concede perdão a Monique

    Ex-vereador recebeu pena de 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão
    Por Redação (NA)04/06/2026
    WhatsApp Facebook Threads Twitter Pinterest
    Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    O ex-vereador Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel, de 4 anos, após decisão do 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro na madrugada desta quinta-feira (4). O julgamento durou dez dias e terminou com a condenação do ex-parlamentar por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo. Já Monique Medeiros, mãe do menino, teve a acusação de homicídio doloso rejeitada pelos jurados, mas foi condenada por omissão diante das agressões sofridas pelo filho.

    Como ficou a condenação de Jairinho

    Os jurados acolheram a tese do Ministério Público de que Jairinho submeteu Henry a sucessivas agressões que culminaram na morte da criança. A pena foi definida da seguinte forma:

    • 35 anos, 6 meses e 20 dias por homicídio duplamente qualificado;
    • 6 anos e 3 meses por tortura;
    • 2 anos por coação no curso do processo.

    Na sentença, a juíza Elizabeth Louro afirmou que Henry vivia em situação de extrema vulnerabilidade e foi submetido a intenso sofrimento físico e psicológico. A magistrada também classificou a conduta do ex-vereador como marcada por manipulação e dissimulação.

    O que aconteceu com Monique Medeiros

    A situação de Monique foi diferente da de Jairinho. Inicialmente, ela respondia por homicídio qualificado por omissão, sob a acusação de ter conhecimento das agressões praticadas contra o filho e não agir para protegê-lo. No entanto, os jurados entenderam que não ficou comprovada a intenção de matar.

    Com isso, a acusação de homicídio doloso foi desclassificada para homicídio culposo, quando não há intenção de provocar a morte. Os jurados concluíram que houve negligência de sua parte ao deixar de impedir a situação que levou ao assassinato de Henry.

    Apesar desse entendimento, a juíza concedeu perdão judicial pelo homicídio culposo. Para justificar a decisão, destacou que Monique era ré primária, não possuía antecedentes criminais e enfrentou forte condenação social desde o início do caso. A magistrada também afirmou que o julgamento público foi influenciado por questões de gênero e pelo fato de ela ser a mãe da vítima. Ainda assim, Monique foi condenada a 1 ano e 4 meses de detenção por omissão em relação à tortura sofrida por Henry, pena considerada já cumprida pelo período em que permaneceu presa durante o processo.

    O que pesou no julgamento

    Ao longo de dez dias, o júri ouviu 22 testemunhas, entre policiais, médicos, peritos, familiares e pessoas ligadas aos réus. Entre os principais elementos apresentados estiveram:

    • Laudos que apontaram múltiplas lesões incompatíveis com acidente doméstico;
    • Depoimentos de peritos que descartaram a hipótese de queda acidental;
    • Relatos do pai da criança, Leniel Borel;
    • Declarações da babá da família sobre comportamentos considerados suspeitos após a morte do menino;
    • Interrogatórios de Jairinho e Monique.

    A acusação sustentou que Jairinho era o autor das agressões e que Monique tinha conhecimento da violência praticada contra o filho. Já as defesas negaram as acusações e contestaram parte das conclusões da investigação.

    Relembre o caso Henry Borel

    Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, aos 4 anos, após chegar ao Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, com múltiplas lesões internas e em parada cardiorrespiratória. Segundo a denúncia do Ministério Público, o menino sofreu agressões dentro do apartamento onde vivia com a mãe e o então padrasto, Jairinho.

    O caso teve ampla repercussão nacional, gerou mudanças na legislação de proteção à infância e se tornou um dos julgamentos criminais mais acompanhados dos últimos anos. Após sucessivos adiamentos e disputas judiciais, o júri chegou ao fim nesta quinta-feira (4), com a condenação de Jairinho e a responsabilização de Monique por omissão diante das agressões sofridas pela criança.

    Fonte  Metro1

    Condenado Henry Borel Jairinho Monique morte perdão judicial

    LEIA TAMBÉM

    Mais de 11,3 milhões de baianos estão aptos a decidir os rumos das Eleições 2026

    20/07/2026

    UBS do 2 de Julho reforçará atendimento de saúde para 5 mil moradores

    20/07/2026

    Projeto do SUS em Alagoinhas recebe prêmio nacional; saiba mais

    20/07/2026
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Mais de 11,3 milhões de baianos estão aptos a decidir os rumos das Eleições 2026

    20/07/2026

    UBS do 2 de Julho reforçará atendimento de saúde para 5 mil moradores

    20/07/2026

    Projeto do SUS em Alagoinhas recebe prêmio nacional; saiba mais

    20/07/2026

    Bahia tem 220 mil documentos esquecidos em postos do SAC

    20/07/2026
    © 2026 Blog Notícias de Alagoinhas

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

    ►
    Cookies necessários ativam recursos essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Eles não armazenam dados pessoais.
    Nenhum
    ►
    Cookies funcionais suportam recursos como compartilhamento de conteúdo em redes sociais, coleta de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
    Nenhum
    ►
    Cookies analíticos rastreiam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
    Nenhum
    ►
    Cookies de publicidade entregam anúncios personalizados baseados em suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
    Nenhum
    ►
    Cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, junto com os provedores de cookies individuais.
    Nenhum